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Bacharel em Direito
Marcio Etiane
Manaus (AM)
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Marcio Etiane
Comentário ·
há 10 anos
Guido Mantega (PT) foi preso e solto em poucas horas. Mas Lava Jata deve atuação mais ampla para chegar também nos demais partidos
Luiz Flávio Gomes
·
há 10 anos
Levei muito tempo para reconhecer, mas agora parece que ficou claro que a Lava a Jato descambou para objetivos meramente eleitoreiros e por mais que se tenha fé no MPF e na Magistratura Federal parece que essa é uma tendência irreversível e no mínimo lamentável...
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Marcio Etiane
Comentário ·
há 10 anos
Informante de boa-fé (wistleblower): pela regulamentação do wistleblowing no Brasil
Luiz Flávio Gomes
·
há 10 anos
Concordo com o Prof. LFG quando diz que "O mais relevante na prevenção dos delitos não é a edição de leis penais novas mais severas (frequentemente desproporcionais), sim, a certeza do castigo". Porém acredito que tal certeza do castigo só serve de elemento desestimulador de condutas proibidas quando o agente (autor da conduta) ainda tem algo à perder.
Penso que no caso daqueles que vulgarmente rotulamos de "bandidos", os "profissionais do crime" - excetuando-se os criminosos do colarinho branco - em geral pouco ou o nada mais tem à perder. Para eles parece que nem a liberdade e nem mesmo a vida ou o convívio com a família são valores a serem preservados.
Assim penso que de modo geral, mesmo a certeza da punição ou a rigidez do castigo são ineficazes no combate à criminalidade "comum" permanecendo a dúvida quanto ao que fazer para combater essa criminalidade.
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Marcio Etiane
Comentário ·
há 10 anos
“Fora todos eles” (Dilma, Temer, Cunha, Renan...). “Novas eleições já”
Luiz Flávio Gomes
·
há 10 anos
Eu torço pela cassação da chapa Dilma-Temer pelo TSE ainda este ano. Mas estou cético se haverá tempo hábil para isso. E penso que eleições indiretas serão um novo desastre para o Brasil.
Em relação às informações que constam do presente artigo, me preocupa apenas a fonte de tais informações, ou seja foram veiculadas por empresas jornalísticas favorável ao impeachment, razão que por si só nos obriga analisar tais informações (publicadas pela Revista Isto É) com as cautelas, os filtros e as ressalvas que o pensamento crítico e analítico impõe, sob oena de chegarmos à conclusões (no mínimo) falaciosas.
Dito isso, comungo em gênero número e grau com o pensamento do professor Luiz Flávio Gomes.
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Jorge Luiz Amantea Sabella
Comentário ·
há 11 anos
Fundamentos jurídicos e políticos para o impeachment da presidente Dilma Rousseff - Questões
Leonardo Sarmento
·
há 11 anos
Bom... A Dilma não fez nada que não tenha sido feito por outros presidentes, como pode haver causa para o Impeachment?
O FHC por exemplo, dobrou a dívida pública gastando nossas reservas para segurar o dólar e se reeleger, digo, é medíocre qualquer argumentação que ignore que a lei não foi mudada desde então. Por isso não há argumentos sólidos que justifiquem o impeachment agora.
Se houvesse argumentos o autor conseguiria explicá-los num parágrafo. Mas preferiu deixar claro no primeiro deles a retórica comum, atacando até quem defende a manutenção do mandato da Dilma, num destempero que mostra que a questão não é acadêmica e muito menos teórica. Nesse parágrafo diz que é honesto e os que defendem Dilma são manipuladores, pede que acreditem nele e não nos manipuladores pois eles são partidários e o autor, não.
Eu estou dentre estes que defendem o mandato da Dilma e conheço muitos que votaram no Aécio e aceitaram a derrota melhor que ele!
O autor demonstra o interesse do ego no impeachment da Dilma e a partir disso tenta achar o que o justifique.
O ego aparece quando falta argumentos em que a própria pessoa acredite; fica insegura; tende a espanar a linha de raciocínio colocando diversos elementos marginais para contextualizar o elo que não consegue fechar sem falhas.
Acontece também quando alguém é pego na mentira. Muda o tom de voz e a entonação silábica... Percebe-se isso até num texto; se a pessoa escreveu por prazer ou está tentando a aprovação de uma outra pessoa específica - cuja a personalidade, indiretamente dá o tom do texto do autor - ou até de um grupo de pessoas onde o comprometimento dos adjetivos e substantivos podem ser levados em conta. Também quando há um novo amor, doença, objetivo, emprego. São muitos os traços perceptíveis, inclusive, dá pra perceber quando há interesse profissional e/ou dinheiro envolvido. As pessoas raramente conseguem esconder esse tipo de interesse.
Se fosse um artigo do Lula pedindo o impeachment da Dilma ela já estaria fora, mas no caso deste texto não há verosimilhança alguma.
Obs.. Fizeram um esforço para julgar as contas anteriores à essa para encurralar a Dilma rápido... Se tivessem condenado as contas do Lula, a Dilma já estaria fora.
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Andre Cavalcanti Pierre de Messias
Comentário ·
há 11 anos
Fundamentos jurídicos e políticos para o impeachment da presidente Dilma Rousseff - Questões
Leonardo Sarmento
·
há 11 anos
Analisando os dois casos de impedimento de presidentes da República, o de Collor e o de Dilma, este ainda em fase inicial de instauração, o que se percebe é que se trata de um processo e julgamento exclusivamente políticos. Se o chefe de governo for tão politicamente inábil para perder, ao mesmo tempo, a capacidade de manter conchavos, que eufemisticamente poderíamos chamar de "relações institucionais", com os chefões do legislativo e o apoio popular, seu caminho fatalmente será a defenestração do Palácio do Planalto. Collor era odiado pelo Povo por causa do plano maluco de sequestrar a poupança para controlar a inflação e tinha péssimo relacionamento com o congresso. Dilma vai cair porque tem péssimo relacionamento com o Congresso, é uma técnica sem qualquer habilidade política, e agora é odiada pelo Povo por causa da mentira na campanha eleitoral, na qual disse que tudo estava às mil maravilhas e a realidade, agora, é essa que temos ai... sem contar com os sucessivos escândalos de corrupção no entorno dela. Além disso tudo, há o vice, Michel Temer, junto com o Eduardo Cunha e o PMDB, o partido com a maior bancada, querendo o poder a qualquer custo por estes três anos que faltam do mandato de Dilma. É isso: na prática, as condições para o impedimento de um Presidente da República são de natureza meramente política... só é preciso ser odiado pelo Povo e não ter bom relacionamento com o Congresso (fraquejar nos conchavos). Toda essa ladainha de "fundamentos jurídicos", portanto, é pura enrolação. Crime, qualquer um arranja para imputar ao Presidente a ser impedido: seja Fiat Elba, seja pedalada, seja qualquer outra coisa. Tanto é assim que Collor fora condenado politicamente no Senado, perdeu o cargo, mas depois foi absolvido juridicamente pela nossa Corte Suprema. É o que vai acontecer com Dilma.
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